sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Quando o amor era medo!

"Quando o amor era medo, eu achava melhor acordar sozinho, quando o amor era medo, a vida era andar, por entre espinhos" - Frejat.

Dedicar, entregar o seu coração, os seus sonhos, seus dias. Amar não é uma tarefa fácil, tem que se ter paixão, fervor, bem querer, carinho, unido à dedicação algo imprescindível. Fazer aquele doce preferido, dedicar seus melhores minutos, chorar junto e rir também. Acreditar, confiar; que as projeções de ambos estejam na mesma direção. Quando acontece tudo isso e mesmo assim o seu amor é pouco, ou nada suficiente; a decepção fica a dor perdura, lembranças doem. Leva-se minutos e até anos para quebrar o paradigma da dor que atrapalha os novos sucessos amorosos. O medo de entregar-se, abrir o coração e reabrir uma ferida é enorme, tanto que quanto mais a paralisia, melhor a zona de conforto; porém a busca incessante continua, agora em busca do quê? Eis a minha pergunta a mim mesma.

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